quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

What next???

A 1 de Outubro, Laura & Ana resolveram abandonar o Condado Portucalense e por-se a caminho de outras terras, desbravar novos e desconhecidos (para elas) territorios espalhados pelo continente asiatico.

E que tal um breve resumo do que ficou destes ultimos tres meses de aventuras e desventuras?

Ora bem, entre a balburdia da cacofonia indiana (aterrar em Delhi e sempre uma experiencia... diferente), as paisagens incriveis do Nepal, os mergulhos na agua morninha do sul da India e das ilhas da Tailandia, e os constantes desafios que uma viagem por territorios desconhecidos sempre implica, ficam as memorias daqueles episodios que nao sao tao faceis de descrever. Como os inexplicaveis ataques de riso que surgiram exactamente nas alturas "menos apropriadas"...

E porque e que eu estou agora a dar uma de nostalgica??? Porque chegou entao a altura de Laura & Ana, camaradas-viajantes, voltarem a ser a Laura e a Ana, duas entidades distintas. Ou seja, chegou a altura da Laura regressar a patria, a bela da patria, e eu continuar a minha peregrinacao pela Asia.
E foi assim que, no dia 6 de Janeiro, a Laura apanhou o seu voo de regresso a Delhi, por la passou tres dias a matar saudades dos constantes "hellooo, hellooo" dos seus amigos indianos, e no dia 9 embarcou de regresso a capital alfacinha.
Eu continuei em Bangkok por mais dois dias, ganhei uma nova companheira de viagem recem-chegada de Portugal (sou uma traidora, Laura!) - a Catarina- e dia 8 finalmente abandonei o constante frenesim da capital tailandesa (depois de mais de uma semana parada no mesmo sitio, ainda por cima uma cidade, ja estava prestes a subir paredes).

"E agora em que moldes vai continuar estes blog?", perguntam-se vossas excelencias, os nossos carissimos, inteligentissimos e tao apreciados leitores. Pois e, a Laura vai continuar a partilhar vivencias mais ocidentais (ela ainda nao sabe se vai continuar por Portugal ou vaguear algures por territorios europeus) e eu vou-me esforcar por dar mais uso a minha pobre maquina fotografica para continuar a partilhar imagens dos cantos do mundo por onde passar nos proximos 3 meses.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Lost in Bangkok

Seja la em que canto do planeta uma pessoa se encontre, as questoes inevitaveis dos ultimos dias de Dezembro parecem ser: " O que fazer na passagem de ano? Qual a melhor festa, a celebracao mais animada?".

Depois de procurarmos na internet uma resposta a esta duvida existencial, chegamos a conclusao que o melhor seria rumar para o centro de Bangkok e assistir as celebracoes que iam decorrer ao pe de um centro comercial, o Central World.

E la fomos nos em busca de animacao. A experiencia revelou-se estranhamente surreal! Milhares de pessoas pela rua, concerto da artista local - a Cristina Aguila (provavelmente a Christina Aguilera da Tailandia), contagem decrescente, ceu colorido com muitos fogos de articifio. Nao parece estranho, pois nao???

Seria bastante semelhante ao que sucede em Portugal, nao fosse um pormenor importante: o comportamento dos tailandeses. Parecia que estavamos rodeadas de pessoas estranhamente calmas e organizadas. "Apaticas" talvez seja a palavra mais adequada. Nao se vislumbravam quaisquer tracos de euforia, os varios milhares de pessoas que la se encontravam deslocavam-se com todo o cuidado, fazendo filinhas, caminhando com muito cuidado. Grande parte das pessoas estavam sentadas a olhar silenciosamente para o ceu enquanto esperavam o grande momento: o fogo de artificio!! No recinto nao eram admitidas bebidas alcoolicas e nao se via uma unica pessoa a cometer a "infraccao" quanto a essa regra.

3... 2... 1... BUM, BUM, BUM!



Entramos em 2008, muita luz e muita cor com o fogo de artificio, muita calma e organizacao a abandonar o recinto... Passado um pouco la apanhamos um tuc-tuc (como chamam aos riquexos na Tailandia) e pomo-nos a caminho de Khao San Road, a zona dos turistas, em busca de festa com 'F' maiusculo.

O caminho ate la foi o contraste total com o comportamento ordeiro que tinhamos observado: o condutor do tuc-tuc resolveu exprimir na sua conducao toda a euforia contida nos ultimos anos. Foi com o coracao nas maos e depois de 1 ou 2 raspadelas noutros carros que chegamos ao nosso destino, onde encontramos a animacao que nos e familiar numa passagem de ano.

No caminho fizemos tambem o que foi para nos uma interessante descoberta antropologica: encontramos vendedores de insectos fritos, que pareciam ser as delicias locais. Para que procurar pipocas ou batatas fritas quando se podem comer gafanhotos, baratinhas ou larvas fritas???



No primeiro dia do ano, apesar de ser feriado, nao parece haver folga para muitos - tudo esta aberto e tudo funciona normalmente... Time for bowling and cinema!

domingo, 30 de dezembro de 2007

Para 2008...

E agora que vamos entrar num novo ano, aqui vai uma pequena reflexao da autoria dos nossos mentores (Steve e Rosemary Weissman) sobre a qual gostariamos que ponderassem:

"In many ways, to be normal in the eyes of the world means to limit ourselves"

Como tal, o nosso desejo para 2008 e que deem asas ao vosso verdadeiro "eu" e nao se limitem!!!


FELIZ ANO NOVO
ANA & LAURA

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Um Natal diferente...

...este ano optamos por celebrar a lua cheia em vez do Natal!

O grande atractivo da ilha onde nos encontravamos (Koh Phan Ngan) sao as festas nas noites de lua cheia - Full Moon Party - que este ano calhou exactamente na noite de 24 de Dezembro, essa auspiciosa data em que o Papai Noel percorre o mundo gracas a titia Coca-Cola. Claro que a relevancia do acontecimento acabou por atrair varias dezenas de milhares de peregrinos de todo o mundo (aos quais nos juntamos) que, embutidos de espirito natalicio e com chapeus de Pai Natal, vieram em busca de emocoes fortes.

Deduzimos que cerca de um terco das pessoas que andavam aos saltos pela praia eram prostitutas tailandesas em busca de ganha-pao. O outro terco deviam ser australianos em busca de carne. Perguntamo-nos algumas vezes quantos deles nao terao levado para casa, nessa noite, algo que pensavam ser uma tailandesa, para terem depois vindo a descobrir que se tratava de um travesti...ou de uma "Lady Boy", como eles/elas sao aqui denominados. O outro terco? Pessoas normais? Nao, nos diriamos que as pessoas normais (entre as quais nos encontravamos) fossem talvez (e com muita sorte) para ai um decimo!!


Este foi o barquinho que nos levou por 45 minutos de viagem ate a praia de Had Rin, onde se deu a grande festa! No ceu ja se via a lua que deu o mote a este evento natalicio (?!?!)








E aqui estamos nos e os nossos baldes de bebida (literalmente baldes...daqueles para as criancinhas brincarem na areia...).

No dia seguinte, 25 de Dezembro, tivemos direito a um jantar-buffet de Natal, no nosso resort na praia, onde enfardamos camaroes, frango frito e outras delicias do mar.
Mesmo sem os sonhos, as filhoses, o bacalhau e o peru, foi um pequeno momento para nos relembrar que de facto era Natal, dado que passar aqui estes dias de sol nos fez constantemente esquecer a data em que nos encontravamos...


O Pai Natal nao vos trouxe prendinhas? E natural, passou o dia connosco na praia...


...com as suas renas e os seus amigos duendes!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

A nossa prenda de Natal!

Durante o período que passamos no mosteiro tivemos a oportunidade não so de desfrutar de um período de calma e silencio, mas também de mergulhar a fundo nos nossos próprios pensamentos de uma forma “orientada”.
Orientacao em que sentido? O que Steve e a Rosemary nos pediram foi para estarmos atentas aos pensamentos que nos vinham a mente, para nos apercebermos que tipo de pensamentos eram e depois os deixarmos ir.
Segundo eles, nós não somos os nossos pensamentos, estes vêm e vão, passam por nós e seguem o seu rumo, como a água de um rio vai fluindo com a corrente. Têm um carácter impermanente e nós, ao nos apercebermos disso, vamos ganhando a noção de que somos mais do que isso, algo que ultrapassa o somatório de todos os nossos pensamentos.

Estes podem enquadrar-se em cinco categorias (que, em inglês, dão pelo nome de “hindrances”):
- desejo dos sentidos;
- aversão;
- preguiça e torpor;
- preocupações e inquietude;
- duvida

Se conseguirmos estar atentos ao que pensamos e sentimos, acabamos por perceber que e de facto possível definir qualquer pensamento como pertencente a uma destas categorias. Também nos foi dito que um dos perigos deste processo é a nossa tendência para, ao nos apercebermos de certos pensamentos, sentirmos aversão a nos próprios. A Rosemary, com a sua voz serena, quase hipnotizante, repetia: “Tentem não se recriminar e conduzam o processo com calma, paciência e compaixão por vocês próprios”. Referia ainda quatro palavras magicas que se tornaram quase num mantra, aplicável a tudo na vida: “Paciência, Coragem, Sabedoria e Persistência”.

O processo pós-categorização consistia em deixar os pensamentos irem embora, mas nem todos nos querem deixar tão facilmente. Nestes casos, era-nos dito para nos concentrarmos no nosso corpo.
Onde é que sentíamos a expressão destas sensações mais fortes? Devíamos tentar sentir o que o nosso corpo nos tentava dizer (dentes a ranger, punhos cerrados, testa franzida, estômago as voltas, etc) e concentrarmo-nos nessa sensação ate ela desaparecer. E por essa altura já o pensamento se tinha desvanecido. Era ai que devíamos contemplar o seu carácter impermanente que nem sempre nos parece assim tão obvio, sobretudo quando estamos imersos em sensações muito fortes.

Este conhecimento que nos foi transmitido é a nossa prenda de Natal para todos aqueles que lêm este blog. Esperamos que, mesmo não estando 10 dias num retiro num mosteiro, consigam aproveitar algumas destas noções em momentos mais confusos e/ou complicados da vossa vida e desta forma conseguirem paz de espirito!!!



WE WISH YOU A MERRY CHRISTMAS!!!

LAURA & ANA

domingo, 23 de dezembro de 2007

A revelacao

E entao que andamos nos a fazer nestes dias de ausencia?

Estavamos nos ainda em Goa quando a Laura, ao ler sobre a experiencia de um jornalista que passou 10 dias num retiro num mosteiro budista na Tailandia, pergunta: "Nao gostavas de experimentar passar uns dias num destes retiros?". E foi assim que demos inicio a nossa investigacao "internetica", em busca de alternativas que nos permitissem satisfazer os nossos anseios espirituais. Ou talvez mais de auto-conhecimento. Em pouco tempo encontramos Wat Kow Tahm, um mosteiro localizado em Koh Phan Ngan, uma ilha muito perto de sitios pelos quais tinhamos ja decidido passar. Coincidencia das coincidencias, descobrimos que o mosteiro tinha um retiro de 10 dias planeado para o periodo que melhor se adequava aos nossos planos, a comecar logo a seguir aos anos da Laura e a terminar antes do Natal.

Apos a estadia em Bangkok rumamos para o sul, para Koh Phan Ngan. Ao chegarmos a ilha, ficamos alojadas num bungalow na praia, onde nos podemos dar ao luxo de passar dois dias dedicados exclusivamente ao lazer (praia e piscina) e ao enfardamento. Foi uma especie de despedida dos simples prazeres terrenos antes de nos exilarmos no mosteiro e mergulharmos nas profundezas da filosofia budista.




Chegou entao a altura de nos pormos a caminho de Wat Kow Tahm. Foram uns extenuantes 15 minutos de taxi para subir o monte ate ao mosteiro. O contraste do ambiente do mosteiro com o resto da ilha foi uma agradavel surpresa. Embora Koh Phan Ngan pareca ser o prototipo do destino ideal de jovens ocidentais em busca de festas, animacao e todo o tipo de convivio barulhento, este refugio budista revelou-se um idilico local no meio de uma densa floresta. "Inspirador", pensamos nos. Mas logo descobrimos que, como tudo na vida, tambem havia aqui um lado menos positivo: escorpioes, cobras venenosas e todo o tipo de insectos, incluindo uma impiedosa legiao de mosquitos-guerreiros que nao se deixavam desencorajar com qualquer tipo de repelente (sendo que aqui nao se aceitava o uso de insecticidas, afinal segundo uma das regras budistas nao se deve assassinar nenhum tipo de seres vivos).

E foi assim que demos inicio ao nosso periodo de purificacao interior. Dez dias em completo silencio (sem comunicar de qualquer forma com nenhum dos outros cerca de 30 reclusos), sem qualquer tipo de comunicacao com o exterior (nem internet nem telemovel), a acordar as 4h da manha, a fazer cerca de 10 horas de meditacao diaria, com 3 refeicoes diarias (baseadas em frutinhas e vegetais) e umas 2 horas de aulas teoricas, durante as quais nos eram explicados alguns preceitos budistas. O retiro era levado a cabo por um casal,o Steve e a Rosemary Weissman, dois ocidentais anglofonos de meia idade, que se assemelhavam mais a duas incarnacoes de pacificos e inspiradores Budas.

Houve muitos momentos bem chatos, alguns insuportaveis, muitas dores nas costas (10h de meditacao diarias tornam-se um exercicio puxadito), muita impaciencia, muita convivencia com pensamentos mais irritantes, muita dificuldade em seguir os ensinamentos deles sobre como compreender e dominar a propria mente (que descobrimos ser um bicho irrequieto e bem dificil de domar, mas que ao mesmo tempo pode muito facilmente tomar todo o controle das nossas vidas), muitas duvidas MAS... ao mesmo tempo foi INCRIVEL!!

O silencio foi a parte mais facil. Ainda bem que nos puseram em quartos separados, caso contrario teria sido dificil. As vezes, quando passavamos uma pela outra, quase desatavamos as gargalhadas, mas ao fim de uns dois dias la nos habituamos a ignorar-nos mutuamente. O estranho e que nao parecia que havia silencio. Porque?? Porque a mente nao para! "Epah que calcas tao giras tem aquela!", " aquele ali tem cara de parvo", " o que e o que esloveno esta a fazer?", "por falar nisso, como estara a Ines na Eslovenia?", " bem deve ser um inverno com neve", " ahhhh, que bonito! Inverno com neve deve ser giro", "aqui esta mesmo calor", " assim que sair do mosteiro vou logo dar um mergulho e comer um belo chocolate", " ahh, como me apetece um chocolate!!", " por falar nisso, o que sera o almoco?", "E quanto tempo faltara para o almoco?", " que seca, ainda so passaram 15 minutos desde que comecamos isto...".
Isto tudo quando era suposto concentrarmo-nos nas coisas que eles diziam ser importantes... e nao dava. E com isto percebemos que, de pensamento em pensamento, sobre o futuro, passado ou presente imaginario, vamos perdendo o prazer das pequenas coisas do presente, do AGORA.

Quando os mosquitos se tornavam um desafio, Steve dizia "aproveitem a oportunidade cada vez que forem picados. E uma oportunidade de se concentrarem na sensacao, analisarem a sensacao, e tentarem distanciarem-se dela, deixarem de a perceber como dor ou comichao". Isto na teoria e bonito e nos bem nos esforcamos. Mas na pratica, por vezes, tornou-se bem desgastante.
Tinhamos varias horas de meditacao a caminhar para tras e para a frente num pequeno percurso marcado no chao, durante as quais o objectivo era simplesmente concentrarmo-nos no toque da palma dos pes no chao, tentarmos sentir o chao. E uma coisa tao simples e tao DIFICIL!!! E mesmo dificil nao nos deixarmos andar a deriva por pensamentos desnecessarios... Tinhamos tambem varias horas de meditacao sentada, sem contar com outros tipos de meditacao, como meditar enquanto se come e se trabalha (pois e, cada um tinha um trabalho. Eu era a mulher de limpezas do WC e a Laura tocava o sino que marcava o final das caminhadas).
Foi interessante percebermos muita coisa sobre nos proprias, sobre os nossos medos, desejos, e dificuldades de concentracao, controle e analise de pensamentos. Mas as vezes tambem era puxado. E o melhor e que, cada vez que se tornava mais dificil, parecia que quando chegava a vez do Steve ou da Rosemary falarem, eles conseguiam sempre dizer qualquer coisa que ajudava a ultrapassar as dificuldades que iamos sentindo.
Comico foi quando o silencio acabou. Ouvirmos as coisas que passaram pela cabeca uma da outra durante todo esse tempo provocou-nos um interminavel ataque de riso.
Laura - "Houve momentos em que fiquei assustada. Porque olhava para ti e via-te tao seria, com uma cara tao estranha que pensava: Aquela nao e a Catarina, eles estao a fazer-nos uma lavagam cerebral e fizeram-lhe qualquer coisa de mal, agora ela nunca mais vai ser a mesma".
Outra coisa engracada foi que, talvez pelo facto de andarmos o dia todo a controlar os nossos pensamentos, a noite tinhamos imensos sonhos.


Nos e os nossos companheiros de reclusao com os nossos mentores (o casal em baixo ao centro) e algumas das freiras do mosteiro.

Conclusao: recomenda-se! Para quem estiver eventualmente interessado, eles fazem retiros quase todos os meses do ano, geralmente sempre do dia 12 ao dia 21. Mas aqui vai o site para consultarem:

http://www.watkowtahm.org/

Depois de regressarmos, optamos por voltar a mesma praia onde tinhamos estado antes e rendermo-nos novamente aos prazeres da vida terrena que ja nos pareciam tao distantes...




O mosteiro onde estivemos situa-se no cimo daqueles montes verdes que voces vem la atras!!!
E e com este por do sol que nos despedimos deste lado da ilha e seguimos para nordeste, onde contamos encontrar alguns companheiros do retiro e com eles passar o Natal (na praia!!!).

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Explorando a Tailandia

Depois de dois meses a viajar, sempre a tentar explorar ao maximo cada um dos sitios por onde passamos, nada melhor que aterrar em Bangkok e ter alguem para nos guiar pela cidade, sobretudo quando esse alguem e da familia.
O Jorma, um dos irmaos finlandeses da Laura, tem uma namorada tailandesa (a Hoi) e ambos vivem entre a Tailandia e a Finlandia, alternando temporadas entre cada um dos paises.


A Laura, o Jorma e a Hoi a passearem de barco pelo rio de Bangkok...

Embora estejam agora a viver a umas horas a sul de Bangkok, vieram ter connosco a capital tailandesa (da qual a Hoi e oriunda) e passaram o dia empenhados em mostrar-nos os tesouros da cidade. Comecamos com uma vista panoramica sobre esta vasta metropole, do cimo da "Baiyoke tower".





Desbravamos o transito caotico de Bangkok de taxi e seguiram-se um passeio pelo skytrain, umas caminhadas, um passeio de barco e... voila!! Terminamos em grande com uma visita a impressionante area de Ko Ratanakosin, considerada como o equivalente ao vaticano do budismo tailandes. Aqui visitamos o Grand Palace (antiga residencia real) e o templo da Esmeralda de Buda, ou Wat Phra Kaen, onde muitos prestam homenagem a esmeralda de jade que foi em tempos objecto de discordia entre a Tailandia e o Laos.


A Catarina a entrada do Grand Palace...


...e a ser abencoada. Para tal, molha-se uma flor na taca com agua e depois salpica-se os pingos de agua que ficam na flor sobre a nossa cabeca.
Nota: A camisinha que ela veste nao e nenhum facto tipico tailandes, nem o nosso estilo que anda a mudar. Foi mesmo o que nos obrigaram a vestir para entrarmos "decentes" no monumento.

Depois da visita cultural seguiu-se uma incursao pelas delicias da culinaria tailandesa e, por fim, hora da despedida.

No dia seguinte resolvemos mimar o nosso corpo: fizemos massagens tailandesas, massagens as costas e massagens aos pes. Tudo pela exorbitante quantia de 4 euros por hora! Ao final da tarde, rumamos em direccao a uma das ilhas da Tailandia (qual? Fica para um proximo post...)

NOTINHA AO LEITOR: Vimos por este meio informar que, durante cerca de 10 dias, este blog nao ira ser actualizado e nos estaremos incontactaveis. "E porque?" perguntais vos. Isso agora...sao cenas dos proximos episodios...AHAHAHAHAHAHAH